• Adilson Neves

O doutor robô é uma realidade virtual e real na medicina

Doutor Robô: uma realidade

Eu tenho estado abordando a disrupção em várias áreas.

Hoje, quero falar de telemedicina, teleconsulta, teleinterconsulta, telediagnóstico, telecirurgia, teleconferência, teletriagem médica, telemonitoramento, teleorientação e teleconsultoria.

É um monte de palavras novas no setor médico, mas que chega a nós simples pacientes mortais.

Você poderia indagar: Como um profissional de gestão estratégica vai falar da área médica sem ter formação alguma no setor? Mas, peço licença respeitosamente a eles.

Bom, o que quero tratar é a tecnologia chegando ao consultório médico, aos hospitais e clínicas; gerando mais uma mudança de paradigma.

Imagine que hoje é possível que pela análise do olho e de uma pequena quantidade de sangue, uma máquina possa analisar a saúde de uma pessoa em alguns segundos.

Sabe aquelas cenas dos filmes de ficção científica que assistimos no cinema e na TV, desde o épico filme 2001: uma odisseia no espaço e depois com as trilogias de Jornada nas Estrelas, Alien e Guerra nas Estrelas; a Skynet do filme Exterminador do Futuro; pois bem elas estão se tornando cada vez mais reais.

Telemedicina é uma realidade no Hospital Israelita Albert Einstein há alguns anos, antes pelo telefone e agora com a ajuda das câmeras de videoconferência, com operações complexas e até atendimentos sendo feitos com a presença real e virtual de profissionais médicos.

A consulta virtual já uma realidade em alguns planos de saúde, dentre eles a Amil, mesmo com todo o conservadorismo dos CRM’s espalhados pelo país.

A Universidade de Stanford simula operações por realidade virtual para treinar os médicos, antes de realizar o ato operatório, e os alunos de Medicina podem usar o boneco para treinar suturas e demais procedimentos.

Atualmente, é possível encontrar diversas aplicações, como no planejamento pré-operatório, na assistência, no treinamento cirúrgico e no ensino.

A era do doutor robô chegou?

Um médico-robô já pode ser visto pelos corredores do Ryder Trauma Center, no hospital Jackson Medical Center, da University de Miami, nos Estados Unidos. O doutor-robô RP-7, de cerca de 1,5 metro de altura “caminha” pelo edifício em teste, atendendo seus pacientes. O que o RP- 7 faz é conectar por wifi paciente e médico real em vídeoconferência. Assim, o profissional pode acompanhar seu paciente de casa ou de onde quer que esteja. Uma tela localizada acima do corpo da máquina é a responsável pela interação. O robô não trata e nem opera diretamente o paciente, mas minimiza a ausência do médico pode ser usado para auxiliar e tirar dúvidas da equipe médica que está junto ao paciente.

O futuro é agora e mais uma revolução está no ar.

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