Líder que causa dor emocional


Navegando pela internet encontrei um livro intitulado Liderança Tóxica, escrito pela jornalista Alessandra Assad e lançado pela Alta Books, e lembrei-me de uma matéria que a revista Você S/A publicou em julho de 2009, com o titulo “Como lidar com chefes tóxicos”, uma reportagem que abordou as características dos chefes tóxicos que, ao promoverem os resultados nas organizações, esquecem-se da forma como agir, e perdem talentos ao longo da jornada, por causa do seu comportamento, enquanto lidera o seu time.

Eu conheço chefes com essas características tóxicas, usando e abusando de gritos, ironia e destemperança, desrespeitando os valores mais básicos da convivência humana, gerando um alto nível de estresse no grupo, usando o cargo para obter o medo dos liderados, não o respeito e a confiança; estes, elementos fundamentais no processo da liderança.

A sua toxicidade não inspira e nem motiva os seus liderados porque ele determina tudo, não aceita opiniões, não ouve conselhos, tem uma postura invasiva e não gera senso de propósito na sua equipe, fazendo-os sentirem-se rejeitados.

Não celebra as pequenas conquistas, não pede feedback das suas ações, é controlador, preocupa-se com os pequenos detalhes e perde facilmente a visão em longo prazo.

Não foca em desenvolver a equipe e a comunicação é muito falha, principalmente porque suas decisões são sempre informadas na ultima hora, muitas vezes impostas, sem ouvir a equipe.

Em algumas situações eles têm boa intenção, mas não aprenderam o caminho para a liderança junto com as pessoas, preferindo os bajuladores.

Lembro-me do livro Inteligência Emocional, do autor norte-americano Daniel Goleman, em que ele escreve que “os líderes com inteligência emocional inspiram, motivam e envolvem produtivamente a equipe; enquanto que os lideres tóxicos geram dissonância, veneno e empobrecem o ambiente da organização.”

Com essas atitudes, o ambiente vai ficando cada vez mais hostil, a geração de ideias acaba, a vontade de permanecer vai cedendo lugar ao desejo de sair, e a desmotivação fica evidente.

Tudo por causa da toxina da liderança que começa a causa dor emocional nas pessoas.

O líder precisa ter foco em resultados; mas, não pode perder de vista o cuidado com as pessoas ao seu redor, com um comportamento agregador, valorizando cada um que contribui com o sucesso organizacional.

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